O mesmo produto tem três validades.O sistema calcula a certa e imprime.
Fechado, aberto e em uso, cada um com a sua temperatura e o seu prazo. Na bancada, às seis da manhã, ninguém faz essa conta. O Prymia lê o prazo do cadastro, calcula a validade daquele item naquela condição e imprime com lote, hora e responsável.
A gente chama no seu WhatsApp para combinar a demonstração de Etiquetas no seu horário.
Quem escreve a sua prova é quem tem menos tempo no dia.
A etiqueta errada não gera um erro. Gera três.
O que vai fora na dúvida
Ninguém arrisca servir o que está sem data legível, então descarta. É perda que não aparece em relatório nenhum, porque saiu como sobra.
O que fica quando não devia
A data escrita a mais vale tanto quanto a escrita a menos, e essa ninguém percebe. O mesmo pão de forma vale cinco dias fechado, três depois de aberto e oito horas em uso. Muda a câmara, muda tudo de novo.
O que a fiscalização não aceita
A RDC 216 pede identificação com data de manipulação e prazo. Letra ilegível conta como ausência, e a etiqueta que saiu com a mão ocupada é a que vale como prova depois.
Escolhe o item, diz a condição, imprime.
Telas do sistema com dados ilustrativos.
A tabela existe. Agora ela está na bancada.
Alguém já definiu o prazo de cada item, por condição e por temperatura. Isso fica no cadastro, não na memória do turno. Quem imprime escolhe o item da lista da sua casa e diz se está fechado, aberto ou em uso. A data sai calculada.

Mão suja não digita
O painel do manipulador é feito para o tablet ou o celular que fica na produção. Botão grande, item favorito na frente, responsável identificado por PIN em um toque, e a impressão em dois. Quem usa não precisa saber o sistema, precisa saber o produto.

A etiqueta sai completa
Nome do produto, validade com hora, data de preparo, conservação e temperatura, ingredientes em ordem decrescente, alergênicos, responsável, lote e o QR. Tudo puxado da ficha técnica, sem redigitar na bancada.

Quando dá problema, o QR devolve o caminho
Cada impressão registra o item, a data, a hora, o lote e quem foi o responsável. Quando um lote dá problema, o caminho de volta existe, e o fiscal pode escanear a etiqueta e ver o mesmo.

O módulo inteiro, sem cobrança por etiqueta impressa.
- Validade calculada por ciclo, fechado, aberto e em uso, e por temperatura
- Dados do produto puxados da ficha técnica: cadastra uma vez só
- Dentro da RDC 216, pronta para a vigilância sanitária
- Painel do manipulador para tablet e celular, com PIN por operador
- Impressão na sua impressora Zebra, Elgin ou Bematech, de qualquer computador
- QR de rastreabilidade: lote, validade e responsável de cada impressão
- Dez modelos prontos e editor visual de etiqueta, com versão de cada mudança
- Reimpressão auditada: etiqueta rasgada vira nova cópia registrada
- Modo treino e impressão avulsa, sem cadastro
- Alertas de impressora fora do ar, quantidade fora do padrão e PIN suspeito
- Ingredientes, alergênicos e tabela nutricional na etiqueta, conforme as RDC 26 e 727
- Usuários e impressões ilimitados, suporte pelo WhatsApp
O que já passou pelo módulo.
Números somados de todas as operações que usam o módulo, apurados em setembro de 2026 e arredondados para baixo.
Um plano, o módulo inteiro. Escolha como pagar.
- Sem fidelidade, cancela quando quiser
- Usuários e impressões ilimitados
- Biblioteca de modelos pronta
- Suporte pelo WhatsApp
- Implantação assistida: R$ 600 por módulo, uma vez
- Doze meses com o preço travado
- Tudo do mensal
- Implantação assistida inclusa
- Economia de R$ 600 no ano
Combos só no plano anual. No mensal, os módulos são avulsos pela tabela, com 10% de desconto a partir de três módulos. A impressora não está inclusa: você usa a sua, Zebra, Elgin ou Bematech. A implantação assistida é o cadastro do seu catálogo com os prazos de cada item.
Antes de você perguntar.
E a impressora, vocês dão?
Não. A impressora é sua, e continua sua. O Prymia fala a linguagem padrão de Zebra, Elgin e Bematech; se a sua casa já tem uma, provavelmente já serve. Tem gente no mercado que embute o equipamento na mensalidade. Parece melhor até o dia em que você sai: aí o equipamento volta, com taxa para devolver. Aqui o que você paga por mês é o software. Sair custa parar de pagar.
Minha equipe não vai usar.
Por isso o painel não pede login com senha no meio da produção. O responsável se identifica por PIN, em um toque, e a etiqueta sai com o nome dele. A equipe não deixa de escrever porque foi treinada. Deixa porque apertar dois botões é mais rápido do que procurar a caneta.
Já faço à mão, ou com etiqueta pronta.
A etiqueta manual é justamente o que a vigilância autua e o que deixa produto vencido passar. Aqui é um toque e sai padronizada, com a validade certa e o rastreio de quem fez.
Tem app de validade mais barato.
Os apps que só imprimem uma data resolvem metade. Aqui a validade vem por condição e temperatura, dentro da RDC 216, integrada com a ficha técnica, com QR de rastreabilidade, painel para a equipe com PIN e histórico para auditoria. É o que a vigilância cobra.
Funciona sem internet?
Imprime com o agente local rodando na sua rede, mesmo se a internet cair. O que não acontece sem internet é sincronizar um item novo do catálogo.
Como é a implantação?
A gente cadastra o seu catálogo com os prazos de cada item por condição, configura a impressora e treina quem imprime, em uma hora. No plano anual a implantação assistida está inclusa. No mensal, R$ 600 por módulo, uma vez.
Os outros módulos.
Trinta minutos em tela compartilhada, com o painel da bancada, a impressão e o rastreio do jeito que você viu aqui. Depois você decide.
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